segunda-feira, 22 de março de 2010
Londres...
Tive oportunidade de visitar Londres já por 3 vezes e não me canso desta cidade!
Se tiver outra oportunidade, regresso.
Numa cidade tão descomunalmente grande, com tanta diversidade de locais e monumentos a visitar, bem como ruas a percorrer, será difícil conseguir ir a todo o lado, mas tenta-se...
Convent Garden - Adoro. Claro que está sempre cheio de turistas e é uma confusão, mas nos dias de semana esta zona é mais calminha e há mais tempo e disponibilidade para ver as lojinhas do Convent Garden Market ou as performances dos artísticas de rua inclusivé dos cantores de Ópera que por lá costumam estar.
Piccadilly Circus - Onde estão os painéis publicitários de neon que toda a gente conhece de fotografias ou da televisão. Aqui é o coração de Londres! Há muitas lojas de "recuerdos" mas são caras e de gosto bastante duvidoso...
Leicester Square - Nesta movimentada praça pode encontrar-se a Half Price Ticket Booth (uma “bilheteira” com bons preços para os fantásticos musicais em Londres, patentes durante todo o ano).
Palácio de Buckingham - giro, grande e tal... a mudança da guarda é só de manhã, por isso não vale a pena ficar à espera (como eu fiquei!)
Andando um pouco para sul, passa-se o famoso Number 10 Downing Street, a residência e escritório do Primeiro Ministro (não tem muito para ver e os guardas não deixam entrar, por mais que se implore...).
Continuando a descer a rua, encontra-se, à direita, a Abadia de Westminster (fecha às 4 e a entrada são 10 LIBRAS - dasse...) e, à esquerda, o Parlamento e o Big Ben.
Nunca entrei na Torre de Londres (16 LIBRAS), mas pelo que me disseram e pelas fotos, prefiro passear pelas ruas e espaços verdes envolventes. Dando a volta à torre (pela esquerda) que é, na realidade, um castelo enorme, encontra-se as Docas de Santa Catarina. Este espaço costuma ter muita gente mas é muito agradável. Andando cerca de 15 minutos nesta zona, junto ao rio, vamos ter à Tower Bridge (“Ponte da Torre”). Atravessando-a, pode disfrutar-se de uma vista muito "à frente" de Londres e do contraste entre o moderno e o medieval que a caracterizam.
Já na outra margem, descendo as escadas à direita, encontramos um edifício de arquitectura estranha que é a Câmara Municipal de Londres.
A partir daqui o caminho mais agradável é seguindo sempre em frente, junto ao rio.
Ao longo do percurso (mais de 4 km) encontra-se (por ordem), o navio de guerra HMS Belfast, a Hay’s Galleria (uma zona comercial construída numas docas antigas, com diversos restaurantezinhos), a Catedral gótica de Southwark, o Shakespeare’s Globe (teatro em memória do dramaturgo), a galeria de arte moderna Tate Modern (gostando deste tipo de arte, vale a pena entrar e demorar-se um pouco – é à borla!), Gabriel’s Wharf (zona com esplanadas), os Jubilee Gardens (Jardins do Jubileu), o London Eye (a tal roda gigante com vista panorâmica para Londres), o aquário e, finalmente, a ponte Westminster que dá acesso ao Parlamento do Reino Unido.
A minha zona de eleição em Londres: Camden Town.
É a zona mais "fora" de Londres. Aqui podem encontrar-se gentes de todas as "formas e feitios", desde rastafaris a punks, passando pelos góticos, hippies, indies ou todo e qualquer outro estilo que seja considerado original ou "diferente". Esta é uma zona ideal para se fazer compras de roupa ou acessórios "incomuns". Tem imensos bares, restaurantes e cafés. É um local excelente para visitar com um grupo de amigos e para tirar fotos.
Greenwhich - Obrigatório, para quem gosta de espaços abertos e verdes. É o local onde estava o barco Cutty Sark que, no início do ano 2007 foi incendiado.
A vila de Greenwich é muito bonita, têm imenso que ver e que fazer por lá, por exemplo, o Observatório de Greenwich, por onde passa o Meridiano com o mesmo nome.
Os jardins junto ao observatório são enormes, e entre a zona de parque e de espaços abertos, encontram-se também zonas de jardim com vários tipos de flores e até zonas com veados e outros animais. É preferível visitar Greenwich num dia de sol, para desfrutar melhor de todo o ambiente.
Canary Wharf - Localizada na zona oposta a Greenwich e onde fica o edificio mais alto do Reino Unido - A torre Gherkin - com forma cónica. Esta é uma zona de negócios, recente, com uma arquitectura muito moderna que, na minha opinião é espectacular.
Nothing Hill (sim, a do filme) - Muito "trendy" com lojas de todos os tipos mas principalmente vintage, anos 60 e 70, lojas de discos antigos, antiguidades, etc. Essas lojas típicas de Nothing Hill encontram-se principalmente em Portobello Road. Nothing Hill é o local ideal para se tomar um café num dos muitos cafés com esplanada que existem nesta rua, ou então para sair à noite nos vários pubs e bares que por ali se encontram espalhados.
Soho - Um dos bairros mais conhecidos de Londres. Está mesmo ao lado de Chinatown e Convent Garden, e só a um passo de Picadilly Circus.
É um bairro que vale bem a pena percorrer, especialmente às sexta-feiras ou sábados à noite. É uma zona mundialmente conhecida pelos seus bares e zonas "recreativas" de cariz mais ou menos sexual...
China Town - Mesmo ao lado do Soho, o bairro chinês de Londres. Um lugar ideal para ir jantar num dos muitos restaurantes e buffets que oferecem boa comida oriental (não só chinesa) a um preço mais acessível.
British Museum - A sua fama faz-lhe justiça já que é gigantesco e dispõe de colecções de arte impressionantes, com peças provenientes de todo o mundo, muitas delas únicas em estilo e valor cultural.
Como muitos museus em Londres, a entrada é gratuita.
A cúpula da entrada, desenhada por Norman Foster, é fora de série.
É fácil lá ficar um dia inteiro. Tem muito para ver...
As salas de arte egípcia são as alas mais visitado do museu. De facto, são impressionantes, sobretudo as múmias.
A pedra de Rosetta, sem a qual não conseguiriamos ler os hieroglífos, é um dos ex-libris do museu. Outras peças de referência são, por exemplo, o busto de Ramsés, as esculturas do Partenón, o moai da ilha de Pascua, etc.
O Museu Britânico é, claramente, uma das atracções mais visitadas de Londres (recebe cerca de 5 milhões de pessoas por ano). Além disso, é um dos museus mais antigos do mundo, fundado em 1749. Recomendo vivamente.
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